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Os profissionais que atuam em consultoria organizacional muitas vezes se deparam com um grande entrave para o sucesso do seu trabalho nas empresas: a falta de envolvimento e comprometimento dos colaboradores, principalmente os líderes de alta gestão. Isso porque a maioria destes líderes acredita que quando contrata uma consultoria – e geralmente paga caro por ela – é esta que deve realizar todo o trabalho, a fim de deixá-los livres para focar nas suas já tão atribuladas tarefas diárias. Dependendo do tipo de serviço contratado, realmente vão existir demandas de envolvimento com diferentes intensidades. No entanto, quando se fala em desenvolvimento de equipes e de lideranças, tudo é mais complicado. Primeiro que, para se desenvolver um líder dentro de uma empresa, é preciso que o mesmo se envolva, mas que também tenha o apoio e o exemplo da alta gestão. Senão, acontece aquele fenômeno tão conhecido dos consultores organizacionais quando estão ministrando um treinamento para líderes de média gerência por exemplo: “Mas quem tinha que estar aqui ouvindo isso é o meu chefe! Vocês não vão dar esse treinamento para ele também?” Da mesma forma, em um desenvolvimento de equipe, o comprometimento do líder é fundamental, pois o mesmo é parte integrante desta. Se ele não se envolver com cada etapa do processo, fica realmente muito difícil que a equipe se motive para mudar e crescer. Como um dos principais objetivos da Positiva é inspirar os nossos leitores, quero apresentar o case de um dos clientes da consultoria, para demonstrar que quando os líderes se envolvem de corpo e alma neste processo, o resultado é rápido e certo.

A empresa

A Ideia 1 arquitetura é uma empresa que atua na construção civil realizando projetos arquitetônicos de edificações. Com oito anos de existência, já é uma referência no mercado da Capital e no Interior do Estado, com projetos na região da serra, litorânea, Vale dos Sinos, região oeste e na grande  Porto Alegre. Além disso, desde 2003 vem acumulando prêmios por vencer concursos no estado. É uma empresa composta por dez arquitetos. E o que motivou essa busca por uma consultoria em gestão de pessoas?

A demanda

As mesmas demandas da maioria das empresas: turnouver e comprometimento. Quando começamos o trabalho, a empresa contava com três funcionários e com alguma dificuldade em encontrar pessoas no mercado que tivessem o perfil que precisavam. Sentiam, também, a necessidade de saber como gerenciar pessoas de forma mais eficaz, uma vez que eram arquitetos e não administradores. No entanto, como administravam uma empresa, que estava crescendo a passos largos, buscavam se capacitar para atender esta demanda gerencial.

A Positiva

O trabalho que realizamos na Ideia 1 iniciou com um coaching individual e em grupo com os três sócios-diretores. Foram levantadas as principais forças e fraquezas, e quais das funções gerenciais necessárias à empresa mais se adequavam às capacidades de cada um. A partir disso, essas funções foram divididas entre os três sócios, facilitando o trabalho dos mesmos. Em seguida, foram realizadas avaliações com cada um dos funcionários da empresa, a fim de levantar suas forças e fraquezas e as funções que mais se adequavam ao seu perfil. Em consequência deste levantamento, pudemos descobrir quais eram as forças que a empresa já tinha no seu quadro de funcionários e quais estavam precisando incorporar para atingir seus objetivos. Foi realizado um processo seletivo, agora com todos os dados do perfil correto a ser contratado. Criamos um treinamento de integração para os novos funcionários, a fim de que estes conhecessem cada um dos seus chefes e colegas de trabalho, entendendo seu funcionamento (forças e fraquezas) e porque foi escolhido para o cargo (para completar este time a partir das qualidades que apresentou na seleção).  Por fim, foi estruturado um processo de avaliação de desempenho semestral, a fim de que os funcionários continuem crescendo e aprimorando suas forças, assim como, entendendo e gerenciando suas fraquezas.

Os resultados

Desde o início os sócios se envolveram ativamente no processo. Na primeira parte do trabalho, eles abraçaram suas forças e fraquezas, se identificando com as mesmas e entendendo o funcionamento uns dos outros. Nesta etapa, alguns conflitos antigos foram resolvidos, simplesmente em função deste entendimento do que cada um pode ou não fazer. Na segunda etapa, os funcionários sentiram-se mais motivados e comprometidos, promovendo as forças de cada um e ajudando-se mutuamente nas tarefas do dia-a-dia. A seleção de novos funcionários tornou-se mais fácil e assertiva e os mesmos tem um acompanhamento mais individualizado. A avaliação de desempenho foi detalhada e exigiu grande envolvimento dos sócios, mas trouxe mais clareza e objetividade para a gestão de pessoas da organização. Enfim, todos estão de parabéns e a Positiva cumpriu mais uma vez sua missão!

Abs,

Lívia

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