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Muitas pessoas pensam que ter uma marca pessoal é só para artistas, grandes empresários ou políticos. Na verdade, todos nós podemos criar a nossa marca. Segundo Dan Schawbel, marca pessoal é o processo pelo qual nós nos vendemos para o mundo. Como uma marca, podemos utilizar as mesmas estratégias que fazem as celebridades ou as empresas para se apresentar aos outros. No âmbito profissional, este processo é ainda mais significativo, pois nos ajuda a conquistar o sucesso que buscamos.

No entanto, acredito que ter uma marca pessoal é algo muito maior que apenas uma questão de marketing profissional. A marca pessoal deve mostrar aquilo que só você tem! Todos nós somos uma configuração única de forças, fraquezas e outras características pessoais. E isso deve ser celebrado e bem utilizado. A natureza é sábia, nada nela se repete. Duas rosas vermelhas somente parecerão idênticas para quem não entende nada de rosas, ou para quem olha rápida e superficialmente! E você, sabe qual é a sua configuração?

Descubra quem você é!

O primeiro passo para criarmos uma marca pessoal é o autoconhecimento. O que você sabe sobre você? Você tem consciência de todas as suas qualidades, defeitos, pontos fracos e pontos fortes? Posso afirmar com certeza que não. A maioria de nós não tem essa consciência. Pois é, mas sem esse passo é praticamente impossível criar uma marca pessoal verdadeira e original. Até porque, se você tentar ser aquilo que não é, todos irão perceber.

Agora, mostre aos outros!

O segundo passo deste processo é saber mostrar aos outros as suas características. Se aquilo que os outros vêem em você é diferente da forma como você se vê, alguma coisa está errada. Ou você não se conhece o suficiente ou está transmitindo ao mundo a mensagem errada. Para saber se você tem uma marca, você precisa fazer esta equação: Sua auto-impressão = Como as pessoas percebem você. Faça o seguinte exercício: peça para um colega de trabalho, o seu chefe, um amigo, um parente e para o seu companheiro(a) citarem duas qualidades e dois defeitos seus. Mas eles têm que exemplificar situações ou momentos em que você mostrou essas características, para que não se torne vago e superficial. Depois, junte todas as respostas e avalie quais qualidades e defeitos aparecem na maioria das respostas. Compare também, com a visão que você tem de si mesmo. Esse exercício vai ajudar bastante no seu processo.

Siga essas estratégias!

1. Conheça o seu produto. Você deve conhecer o máximo que puder sobre si mesmo. Quais suas forças e fraquezas. Quais assuntos você sabe que domina e aqueles que não têm conhecimento. No quê as pessoas podem contar com você e no que não podem. Um bom profissional deve ter na ponta da língua as suas características principais. Claro que o autoconhecimento é um processo que dura a vida toda, mas aquelas características fundamentais da sua personalidade e do seu perfil enquanto profissional podem ser descobertas e desenvolvidas agora mesmo. Durante este processo de autoconhecimento, descubra e invista naquilo que você ama fazer. A chave do sucesso, e isso não é revolucionário, deve ser pensado com base na sua paixão. Essa energia contagiante que você transmite quando fala sobre seu trabalho é mais importante que o próprio conteúdo do trabalho. Lembre-se daquele professor que é tão apaixonado pelo que ensina que faz os alunos se interessarem, ou daquele empresário que é tão apaixonado pelo seu produto que convence todos a comprarem.

2. Tenha uma atitude positiva. Como disse Saint Exupery: “O significado das coisas não está nas coisas em si, mas na nossa atitude para com elas”. Sua atitude é um dos componentes que você precisa para desenvolver uma marca pessoal. É a atitude que você tem com a vida e com o seu trabalho, que determina o seu sucesso. As pessoas gostam de estar com pessoas que refletem sentimentos e ações positivas. Faça o teste: Escolha ter pensamentos, palavras e comentários positivos por um dia inteiro no seu trabalho, tanto consigo mesmo quanto com os outros. Esteja consciente de cada palavra ou pensamento que você tem e evite fazer qualquer declaração ou referência negativa. Perceba quais são os benefícios dessa atitude, tenho certeza que você vai gostar.

3. Contribuição. Todos os seus pontos fortes podem ser usados para contribuir em algo no mundo. Cada característica pode ser desenvolvida e direcionada para muitas atividades profissionais. Por isso, não existe desculpa para você não trabalhar no que gosta, ainda mais em uma época de tantas possibilidades como agora. Sua marca pessoal deve estar associada à contribuição que você pode dar ao mercado. Depois que você descobrir no que é bom, entenda os benefícios que você pode trazer para o trabalho que irá realizar. Confie no seu poder de ser uma influência positiva no seu local de trabalho.

4. Propaganda. A capacidade de expressar suas qualidades e negócios é fundamental. Não existem atalhos. Você precisa trabalhar e assumir responsabilidade por aquilo que se tornou. Este processo requer o conhecimento de ferramentas de marketing para começar a decidir qual você utilizará para apoiar a sua estratégia que apresentará sua marca pessoal. Exemplos: blogs, sites, currículo, cartão de visitas, twitter, facebook, linkedin…

Boa sorte!

Lívia

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